domingo, 2 de abril de 2017

O quê da terra senão o pó?
O quê da boca senão os dentes?
O quê da vida senão o amor?

Caminho de pedras: suficiente. 

Montes de areia grossa: lenientes.

Memórias frustradas: sim, frustradas.

A queda em si, nada certa. Antes o buraco fundo e o grito de agonia.

E pra quê verbo?